sexta-feira, 18 de maio de 2007

Classificação básica

A classificação do mulherio de acordo com o impacto que elas causam:

As Boas – Uma Boa é Boa e será sempre Boa, por muito mal que faça. Aliás uma Boa não tem de fazer mais nada a não ser Boa. Pode dizer a maior bacorada que a gente olha para ela com um sorriso e diz:
-És boa!

As Más – Se há Boas também há Más, já se vê. As Más são como as Boas, mas ao contrário. Não há nada que uma Má possa fazer para deixar de ser Má, tirando ir ao Extreme Makeover. Por muito que cite Kant ou declame Eugénio de Andrade, será sempre Má. Lamentamos...

As Fisicas – Estas são as que nos dão com a mala no físico, mal um gajo se mete com elas. Felizmente estão em extinção!

As Radioactivas - Estas são muita perigosas.... Mas mesmo muita perigosas! É que ao contrário das anteriores, cujo impacto se mantem ao longo do tempo, (Uma Boa é Boa, hoje, amanhã e depois) as Radioactivas afectam-nos cada vez mais à medida que passamos tempo com elas. Um gajo começa por lhes achar piada, depois começa a ficar impressionado e já em fase terminal começa a ver tudo cor-de-rosa e a murmurar cenas como “alma gémea” e outras que tais.
E se então, para além de Radioactiva também é Boa, está o caldo entornado! A única hipótese de sobrevivência é fugir dela ou dá-la de presente a um amigo, senão ainda se acaba num altar…

Obrigada ao Martini Man, autor destas deliciosas definições, que transcrevo sem autorização :)

2 comentários:

Unknown disse...

Que coisa terrível de se dizer das mulheres DR Anabela...
Ainda se fosse de homens ainda a coisa não era tão má...
Mulheres Más ... nunca vi.....!!!
O que é isso?... Radioactivas existem ... depois de certos tratamentos ... mas por pouco tempo
Boas Boas ( como o milho ) essas sim existem mas parece-me que são um pouco "loiras" não acha?

Unknown disse...

Agora aqui vai um pensamento um pouco mais profundo ... embora ainda a manhã seja uma criança...

COMECE POR VOCÊ MESMO

Quando eu era Jovem e livre e a minha imaginação não tinha limites, sonhava em mudar o Mundo.

Quando fiquei mais Velho e mais sábio, descobri que não conseguiria mudar o mundo todo. Então restringi um pouco mais as minhas ambições e resolvi mudar apenas o meu país.

Mas o país também parecia imutável.

No Ocaso da vida, numa última e desesperada tentativa, quis mudar pelo menos a minha família, aqueles mais próximos a mim, mas eles também não se interessaram.

Nomeu leito de morte, descobri enfim : "se eu tivesse começado por me mudar a mim mesmo", o meu exemplo poderia mudar a minha família.
Com a transformação da minha família , através do seu exemplo, eu teria sido capaz de melhorar o meu país e , quem sabe, de mudar o mundo.

Anónimo